Se eu pudesse fazer poesia, faria. Sim, porque eu acredito que não está ao alcance de qualquer pessoa dispor as palavras como outrora fizeram os portugueses Luís de Camões e seu “fogo que arde sem se ver”, e Fernando Pessoa, “que chega a fingir que é dor. A dor que de veras sente”. Ai de … Continuar lendo »