Xingar faz mal?

Ao que parece, a sociedade não gosta de palavrões. Ou acha que é feio gostar de palavrões, sei lá. Sempre que alguém reclama ao ouvir um palavrão, eu penso: ‘hipocrisia ou incômodo’? Se isso fosse uma eleição, eu votaria na opção ‘hipocrisia’. Acho que esse negócio de não gostar de palavrão, na maioria das vezes, é falta de ter com o que se preocupar.

Eu não sou defensora dos palavrões, mas, de vez em quando, uso um ou outro, devo admitir. E uso simplesmente porque são expressões da língua muito eficazes para desabafar certos sentimentos, e não para ofender as pessoas. A não ser que a pessoa seja meu irmão, mas isso é coisa que a gente resolve em casa.

É claro que da mesma forma que existem os que realmente se incomodam com um palavrão, tem gente que, se é que eu posso dizer assim, também faz mau uso de “porras” e “merdas”. Alguns indivíduos perdem o respeito. Mas não todos, né?

É besteira condenar o uso do palavrão. É besteira maior ainda achar que quem fala um palavrão aqui e outro ali é desrespeitoso ou não tem educação. Besteira máxima é generalizar. E é por isso que eu vou ficando por aqui e deixo duas provas de que palavrões não são assim tão maus.

Uma ordem só para o seu bem:

carpe diem

carpe diem

E um vídeo para rir até doer a barriga:

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